Um alfinete me faria feliz;
e uma alfinetada me deixaria de cama!
sábado, 29 de maio de 2004
sexta-feira, 28 de maio de 2004

Estranho mas, essa posição é bem frequente, comece a reparar.
[e pode significar várias coisas]
-tédio
-fossa
-trizteza
-dúvida
-mistério
-arrependimento
e por incrível que pareça:
-felicidade (aquele tipo que ninguém pode saber o porquê e você fica pelos cantos lembrando o que te fez feliz, assim meio aérea)
Ela está em uma estufa, assim que seja. Um lugar só dela. Mas não muito feliz, não nesse momento.
[análise]
"We're going through changes"
-really-
-right here-
-right now-
Você sabia que já é meio do ano?
Repare. Já se foram cinco meses.
Isso é um absurdo!
È assustador!
E você tem mil e uma coisas a fazer, pode conferir!
Então vai lá!
Posted by Hello
domingo, 23 de maio de 2004
Assim meio dãr mesmo
O dia passou, e o telefone não tocou.
O coisa ruim olhar pra ele, olhar, e ele ali, parado estático, sem emitir nenhum som.
Mas o nervosismo foi tão interno, tão tímido, que [ainda bem] só eu percebi.
è disso que eu to falando
antes eu teria acabo por fazê-lo tocar de alguma forma, teria estressado, e ficado nervosa. mas sabe que eu nao fiquei, pra falar a verdade tanto fez. depois eu descubro que nao tocou "pq alguma coisa aconteceu
tipo um raio acabou com a linha telefonica" e acabo achando bom [pois é, Marcelo me mostrou esse lado sado agorinha mesmo].
E por alguma razão, eu sempre acabo escrevendo muito sobre algo nao tão importante no momento e acaba parecendo que eu estou me descabelando por causa desse algo, quando não estou.
[eu me reveso entre icq e post]
"Searching places to find
A piece of something to call mine (I´m comin´, I´m comin´)
A piece of something to call mine (I´m comin´ comin´ closer to you"
(Pure Shores_All Saints ->vale a pena escutar)
Mas, adaptando...
Eu percorro os lugares, sejam eles pensamentos, ruas, {ou mesmo festas e internet],
pra tentar achar alguém pra chamar de meu.
[eu já disse que estou dramatizando muito coisas que não pedem isso. sim eu sempre dramatizo, mas sempre eu realmente estou sentindo que preciso dramaizar, hoje não, hoje eu penso simples, mas quando escreve, sai tudo muito intenso]
Sabe quando alguém te surpreende? E te surpreende de um jeito bom! Assim quer dizer, muito bom. Então. È bom esse tipo de surpresa né?! Hum...tem gostinho de esperança, de tudo é possível. (e nesse caso de outras coisas também)
Esse post poderia ser relevado, se no final, eu não tivesse começado a gostar dele.
(não so DO final, comecei a gostar do texto inteiro, AO final)
[a explicaçao foi ridícula mas tudo bem]
Eu já escrevi melhor
Mas Fazer o que né.
Comentem.
O coisa ruim olhar pra ele, olhar, e ele ali, parado estático, sem emitir nenhum som.
Mas o nervosismo foi tão interno, tão tímido, que [ainda bem] só eu percebi.
è disso que eu to falando
antes eu teria acabo por fazê-lo tocar de alguma forma, teria estressado, e ficado nervosa. mas sabe que eu nao fiquei, pra falar a verdade tanto fez. depois eu descubro que nao tocou "pq alguma coisa aconteceu
tipo um raio acabou com a linha telefonica" e acabo achando bom [pois é, Marcelo me mostrou esse lado sado agorinha mesmo].
E por alguma razão, eu sempre acabo escrevendo muito sobre algo nao tão importante no momento e acaba parecendo que eu estou me descabelando por causa desse algo, quando não estou.
[eu me reveso entre icq e post]
"Searching places to find
A piece of something to call mine (I´m comin´, I´m comin´)
A piece of something to call mine (I´m comin´ comin´ closer to you"
(Pure Shores_All Saints ->vale a pena escutar)
Mas, adaptando...
Eu percorro os lugares, sejam eles pensamentos, ruas, {ou mesmo festas e internet],
pra tentar achar alguém pra chamar de meu.
[eu já disse que estou dramatizando muito coisas que não pedem isso. sim eu sempre dramatizo, mas sempre eu realmente estou sentindo que preciso dramaizar, hoje não, hoje eu penso simples, mas quando escreve, sai tudo muito intenso]
Sabe quando alguém te surpreende? E te surpreende de um jeito bom! Assim quer dizer, muito bom. Então. È bom esse tipo de surpresa né?! Hum...tem gostinho de esperança, de tudo é possível. (e nesse caso de outras coisas também)
Esse post poderia ser relevado, se no final, eu não tivesse começado a gostar dele.
(não so DO final, comecei a gostar do texto inteiro, AO final)
[a explicaçao foi ridícula mas tudo bem]
Eu já escrevi melhor
Mas Fazer o que né.
Comentem.
sábado, 22 de maio de 2004
Ah! Eu consegui!
Gente eu consegui!
Agora colocarei imagens junto com os textos.
Eu to saindo agora. Mais tarde eu faço um post decente com tudo o que eu preciso escrever.
Bjos pra todo mundo!
Agora colocarei imagens junto com os textos.
Eu to saindo agora. Mais tarde eu faço um post decente com tudo o que eu preciso escrever.
Bjos pra todo mundo!
domingo, 16 de maio de 2004
Vontade súbita de escrever isso
... eu vi agora que to virando dependente de comments...
pensei em coisas legais pra postar, mas so tinha 4 comments, e pensei em nao escrever.
mas isso nao pode acontecer entao.....
Sabe, eu sempre fui uma criança-com-medo-de-ser-criança. È isso mesmo. Eu via como as outras crianças se comportavam, e via as pessoas reclamando, e nao fazia nada dakilo Acabei crescendo meio que sem ter sido [tão] criança.
{Isso devido a desde sempre ter sindrome de rejeiçao, e morrer de medo de nao me aceitarem. Ate hoje sou assim)
Sempre fui mais adulta que o normal. Nunca me permiti certos caprichos infantis ou infanto-juvenis, ou nem mesmo os atuais caprichos adolescentes, os quais, eu sei, nao agradam a ninguem. Reprimi muita coisa já. Muita. Mas não tive maiores problemas, então ta tudo bem. Será? Acho que tenho preguiça de me rebelar.
Mas eu dei trabalho pra minha mãe. Acho que não adiantou nada tanta repressão de um lado, se de outro eu dei trabalho em dobro.
Eu fui uma criança cheia de problemas. Psicológicos? Talvez. De ordem espiritual? Prefiro acreditar que sim.
Eu tinha pesadelos periódicos. Não eram pesadelos normais, nao havia nenhum monstro de cara deformada neles, minha mãe diz que eu falava assim: "As pessoas do meu sonho não são feias por fora, elas são feias por dentro", isso aos 5 anos de idade mais ou menos.
Eu me lembro perfeitamente desses pesadelos.
Eu também via pessoas que ninguem mais via, na rua assim, como uam mulher toda vestida de rosa, um rosa forte, com roupas de época, e uma sombrinha pra proteger do sol.
Eu dizia que tinha duas mãe, a minha, e a do alto do morro.
Eu ouvia coisas que ninguém mais ouvia. Ouvia um piano tocando sempre que passava em frente àquele casarão onde hoje é o China In Box. Inconformada, um tempo depois, minha mãe acabou descobrindo que ali viveu uma senhora que era professora de piano. Believe it!
[Quando eu fui comer no China In Box com minha irmã, entramos lá, subimos e ficmaos na varandinha que eu tanto olhava ao ouvir o piano, eu demorei a me dar conta de onde eu estava. Eu tava na casa do piano. Eu arrepiei!].
O padre disse pra minha mãe procurar um psicólogo porque eu podia ser esquizofrênica ou coisa assim. Ela não procurou e me levou na Casa do Caminho, Dona Isabel me deu uns passes, e eu nunca mais tive esses "problemas".
[...sempre fomos católicos, ainda somos, mas naquela época o que a igreja indicou não concordava com o que minha mãe queria, entao acreditamos no poder dos passes, e deu certo...]
Eu cresci, e me lembro disso tudo com bastante interesse, confesso. Sempre que visitamos a casa da tia da minha mãe, que é espirita, médica e pinta muito bem, as conversas que surgem me agradam bastante.
Eu não tenho cartilagem no nariz. Verdade! E tenho uam bolinha meio pontudinha atras da orelha igual meu pai. Algodão doce pra mim é "picolé de buchinha". Meus numeros são organizados em uma sociedade. Meus meses têm cor. Assim como os dias da semana e as letras do alfabeto. Eu sinto cheiro do gosto de alguma coisa, ou vice-versa. Eu tenho sensações deja vú, quase sempre. Eu tenho saudades de coisas, de lugares, de seres, de vistas, de cheiros, de momentos, de pensamentos até. Eu sempre paro pra pensar na vida quando deito a cabeça no travesseiro. Eu monto situações na minha mente. Eu reflito, e penso, e vejo o outro lado, e monto teorias sobre qualquer coisa.
Eu sou meio assim, acho que meus neuronios foram distribuidos de maneira que meus pensamentos percorrem um caminho maior e mais complexo pra chegar a algum lugar.
Sou meio estranha se é isso que você acha depois de tudo o que leu.
Mas gosto de ser assim, as vezes cansa. mas já me acostumei.
pensei em coisas legais pra postar, mas so tinha 4 comments, e pensei em nao escrever.
mas isso nao pode acontecer entao.....
Sabe, eu sempre fui uma criança-com-medo-de-ser-criança. È isso mesmo. Eu via como as outras crianças se comportavam, e via as pessoas reclamando, e nao fazia nada dakilo Acabei crescendo meio que sem ter sido [tão] criança.
{Isso devido a desde sempre ter sindrome de rejeiçao, e morrer de medo de nao me aceitarem. Ate hoje sou assim)
Sempre fui mais adulta que o normal. Nunca me permiti certos caprichos infantis ou infanto-juvenis, ou nem mesmo os atuais caprichos adolescentes, os quais, eu sei, nao agradam a ninguem. Reprimi muita coisa já. Muita. Mas não tive maiores problemas, então ta tudo bem. Será? Acho que tenho preguiça de me rebelar.
Mas eu dei trabalho pra minha mãe. Acho que não adiantou nada tanta repressão de um lado, se de outro eu dei trabalho em dobro.
Eu fui uma criança cheia de problemas. Psicológicos? Talvez. De ordem espiritual? Prefiro acreditar que sim.
Eu tinha pesadelos periódicos. Não eram pesadelos normais, nao havia nenhum monstro de cara deformada neles, minha mãe diz que eu falava assim: "As pessoas do meu sonho não são feias por fora, elas são feias por dentro", isso aos 5 anos de idade mais ou menos.
Eu me lembro perfeitamente desses pesadelos.
Eu também via pessoas que ninguem mais via, na rua assim, como uam mulher toda vestida de rosa, um rosa forte, com roupas de época, e uma sombrinha pra proteger do sol.
Eu dizia que tinha duas mãe, a minha, e a do alto do morro.
Eu ouvia coisas que ninguém mais ouvia. Ouvia um piano tocando sempre que passava em frente àquele casarão onde hoje é o China In Box. Inconformada, um tempo depois, minha mãe acabou descobrindo que ali viveu uma senhora que era professora de piano. Believe it!
[Quando eu fui comer no China In Box com minha irmã, entramos lá, subimos e ficmaos na varandinha que eu tanto olhava ao ouvir o piano, eu demorei a me dar conta de onde eu estava. Eu tava na casa do piano. Eu arrepiei!].
O padre disse pra minha mãe procurar um psicólogo porque eu podia ser esquizofrênica ou coisa assim. Ela não procurou e me levou na Casa do Caminho, Dona Isabel me deu uns passes, e eu nunca mais tive esses "problemas".
[...sempre fomos católicos, ainda somos, mas naquela época o que a igreja indicou não concordava com o que minha mãe queria, entao acreditamos no poder dos passes, e deu certo...]
Eu cresci, e me lembro disso tudo com bastante interesse, confesso. Sempre que visitamos a casa da tia da minha mãe, que é espirita, médica e pinta muito bem, as conversas que surgem me agradam bastante.
Eu não tenho cartilagem no nariz. Verdade! E tenho uam bolinha meio pontudinha atras da orelha igual meu pai. Algodão doce pra mim é "picolé de buchinha". Meus numeros são organizados em uma sociedade. Meus meses têm cor. Assim como os dias da semana e as letras do alfabeto. Eu sinto cheiro do gosto de alguma coisa, ou vice-versa. Eu tenho sensações deja vú, quase sempre. Eu tenho saudades de coisas, de lugares, de seres, de vistas, de cheiros, de momentos, de pensamentos até. Eu sempre paro pra pensar na vida quando deito a cabeça no travesseiro. Eu monto situações na minha mente. Eu reflito, e penso, e vejo o outro lado, e monto teorias sobre qualquer coisa.
Eu sou meio assim, acho que meus neuronios foram distribuidos de maneira que meus pensamentos percorrem um caminho maior e mais complexo pra chegar a algum lugar.
Sou meio estranha se é isso que você acha depois de tudo o que leu.
Mas gosto de ser assim, as vezes cansa. mas já me acostumei.
quinta-feira, 13 de maio de 2004
Levemente quimera
Já fazem 10 dias...
[que eu não posto também]
Coincidência? Não! Tranquilidade não dá pano pra manga.
(unfair foolishe)[or truth?]
E em tempos de vida calma, e mesmo assim vivida, o que temos a dizer?
Esses dias eu não tinha o que escrever, nada me ocorria quando eu abria o blog.
Mas aí eu pensei: que grande estupidez. Então eu só tenho o que dizer quando preciso reclamar? Chorar? Desabafar? Não! Existem milhões de coisas a serem ditas. e minhas teorias baratas sobre qualquer coisa, pra onde foram?
[cheguei a cojitar que tenham se desfalecido com a ferrugem do tempo, mas não, elas estão aqui]
e eu nem sei o que eu estou escrevendo direito
Eu...
"que invento o que acredito
e finjo o que insisto
e insisto em fingir que acredito no que invento"
{by O Ermo)
...tive momentos, que se não tivessm sido tão momentâneos, teriam rendido boas neuras pra mim. Onde já se viu, eu nao tava querendo! Eu pedi, recebi, e não tive vontade! (mas também se tivesse tido vontade, nao a teria matado, mas isso nao vem ao caso) Eu não to nem aí! (eu não to 'tão aí', 'nem ai' já é exagero né). E ta tão bom assim. Porque tá funcionando. Eba!
Ai, esta dando certo, ao poucos, devagar, com o pé atrás (ele tá atrás sim!), mas ta indo
E deixa quieto se não baba.
Nossa! è incrrível como certos garotos insistem em acreditar que tudo é pra sempre não é mesmo?!!
[enquanto outros...não muda de assunto Nathália!]
Pessoas patéticas, que sem nem mesmo difarçar, fazem de tudo pra provocar um sentimento que há muito já cessou. E assim fazem papel ridiculo pra quem quiser ver. Mas eu nem vou mais valorizar, porque vou acabar ouvindo o que não quero. Mas que foi patético foi!
Bem que me disseram que amor e ódio são os sentimentos mais próximos. E tem mais, se não na mesma intensidade, eles trocam de posição ao cubo! Assim, mas não num instalar de dedos, demorou. Mas mesmo com a demora, faz muito tempo pra ainda existir esse tipo de atitude da outra parte.
Eu eu só tenho sorrisos, suspiros, e risadas;
um pouco de gripe, uma pitada de ansiedade, mas fora isso:
tudo bem!
[que eu não posto também]
Coincidência? Não! Tranquilidade não dá pano pra manga.
(unfair foolishe)[or truth?]
E em tempos de vida calma, e mesmo assim vivida, o que temos a dizer?
Esses dias eu não tinha o que escrever, nada me ocorria quando eu abria o blog.
Mas aí eu pensei: que grande estupidez. Então eu só tenho o que dizer quando preciso reclamar? Chorar? Desabafar? Não! Existem milhões de coisas a serem ditas. e minhas teorias baratas sobre qualquer coisa, pra onde foram?
[cheguei a cojitar que tenham se desfalecido com a ferrugem do tempo, mas não, elas estão aqui]
e eu nem sei o que eu estou escrevendo direito
Eu...
"que invento o que acredito
e finjo o que insisto
e insisto em fingir que acredito no que invento"
{by O Ermo)
...tive momentos, que se não tivessm sido tão momentâneos, teriam rendido boas neuras pra mim. Onde já se viu, eu nao tava querendo! Eu pedi, recebi, e não tive vontade! (mas também se tivesse tido vontade, nao a teria matado, mas isso nao vem ao caso) Eu não to nem aí! (eu não to 'tão aí', 'nem ai' já é exagero né). E ta tão bom assim. Porque tá funcionando. Eba!
Ai, esta dando certo, ao poucos, devagar, com o pé atrás (ele tá atrás sim!), mas ta indo
E deixa quieto se não baba.
Nossa! è incrrível como certos garotos insistem em acreditar que tudo é pra sempre não é mesmo?!!
[enquanto outros...não muda de assunto Nathália!]
Pessoas patéticas, que sem nem mesmo difarçar, fazem de tudo pra provocar um sentimento que há muito já cessou. E assim fazem papel ridiculo pra quem quiser ver. Mas eu nem vou mais valorizar, porque vou acabar ouvindo o que não quero. Mas que foi patético foi!
Bem que me disseram que amor e ódio são os sentimentos mais próximos. E tem mais, se não na mesma intensidade, eles trocam de posição ao cubo! Assim, mas não num instalar de dedos, demorou. Mas mesmo com a demora, faz muito tempo pra ainda existir esse tipo de atitude da outra parte.
Eu eu só tenho sorrisos, suspiros, e risadas;
um pouco de gripe, uma pitada de ansiedade, mas fora isso:
tudo bem!
segunda-feira, 3 de maio de 2004
Aaahh...deixa eu ser assim !
...A árvore não foi arrancada, muito menos pelas raízes, [e que assim seja], estava apenas adormecida, pois há muito não via a luz do sol, há muito não recebia oxigênio, há muito não era regada...
mas aí eu resolvi tentar, e reguei, trouxe-a para ver a luz do sol novamente, ela respirou fundo...e não é que
deu certo?! Seus já quase habituais tons de marrom, de repente, voltaram ao verde esmeralda de antes, um verde tímido, mas querendo vingar. Mas digo que, por hoje, se ainda assim a árvore não vingar, estou plenamente disposta a replantar algumas das minhas sementes guardadas, e começar do zero. Fazer nascer outra árvore, fruto desta, mas melhor.
[nao nao será preciso, penso que vinga desta vez]
E sabe o que mais? E daí se è perigoso? E daí se eu posso me machucar [de novo and again]? Esse risco eu corro desde que nasci.
E posso parecer tola aos olhos de uns muitos racionais de plantão, mas sabe que vale a pena?!! Um momento bom como esse te faz perceber que todos os momentos ruins fizeram parte, te ensinaram alguma coisa, valeram a pena! [é claro, essas coisas qualquer um só pensa, depois que já passou, eu sei]
Todo o choro, toda dor, você esquece. E aprende que tentar é realmente importantíssimo [como você já sabia], pois todas as suas escolhas têm 50% de chance, lembra? Assim como você corre o sério risco de dar errado [e tudo continuar como antes], você também corre um seríssimo risco de dar certo.
Isso sim é CARPE DIEM!
Se eu não tenho mais nenhum medo? Claro que tenho! E confesso que estou super receosa quanto ao futuro. Mas sabe o que é? É bom demais! Vale muito a pena sabe....viver vale a pena gente! Sentir como se borboletas voassem no estômago, ver olhos brilhando, sentir que o coração perdeu aquele peso que carregava por ter se calado, isso tudo compensa, o esforço, as caras quebradas e tudo o mais. Mas isso não quer dizer que num momento-down você não deva se permitir sofrer. De forma alguma!
Eu sou a favor da curtição. Curta os bons e maus momentos, aprenda a confiar, a se deixar levar, acredite. E se se machucar, aprenda que chorar porque tá doendo é a ordem natural das coisas, quando criança, você não chorava porque tinha caído de joelhos no asfalto? Então, é a mesma coisa, só o que muda é o motivo da dor, que por mais que nas horas ruins achemos que não valha a pena, deixa eu te contar um segredinho no ouvido? -vale sim-!
...porque eu sou feita de emoções momentâneas, sim sou, por mais que estes momentos durem [mas já que os tristes e estáticos duram tanto, podia durar bastante esse de agora ne?!]...
"Só por hoje eu não quero mais chorar
Só por hoje eu espero conseguir
Aceitar o que passou e o que virá
Só por hoje vou me lembrar que sou feliz
...
Só por hoje eu não quero mais chorar
Só por hoje eu não vou me destruir
Posso até ficar triste se eu quiser
É só por hoje; ao menos isso eu aprendi"
(Só por hoje_Legião Urbana)
mas aí eu resolvi tentar, e reguei, trouxe-a para ver a luz do sol novamente, ela respirou fundo...e não é que
deu certo?! Seus já quase habituais tons de marrom, de repente, voltaram ao verde esmeralda de antes, um verde tímido, mas querendo vingar. Mas digo que, por hoje, se ainda assim a árvore não vingar, estou plenamente disposta a replantar algumas das minhas sementes guardadas, e começar do zero. Fazer nascer outra árvore, fruto desta, mas melhor.
[nao nao será preciso, penso que vinga desta vez]
E sabe o que mais? E daí se è perigoso? E daí se eu posso me machucar [de novo and again]? Esse risco eu corro desde que nasci.
E posso parecer tola aos olhos de uns muitos racionais de plantão, mas sabe que vale a pena?!! Um momento bom como esse te faz perceber que todos os momentos ruins fizeram parte, te ensinaram alguma coisa, valeram a pena! [é claro, essas coisas qualquer um só pensa, depois que já passou, eu sei]
Todo o choro, toda dor, você esquece. E aprende que tentar é realmente importantíssimo [como você já sabia], pois todas as suas escolhas têm 50% de chance, lembra? Assim como você corre o sério risco de dar errado [e tudo continuar como antes], você também corre um seríssimo risco de dar certo.
Isso sim é CARPE DIEM!
Se eu não tenho mais nenhum medo? Claro que tenho! E confesso que estou super receosa quanto ao futuro. Mas sabe o que é? É bom demais! Vale muito a pena sabe....viver vale a pena gente! Sentir como se borboletas voassem no estômago, ver olhos brilhando, sentir que o coração perdeu aquele peso que carregava por ter se calado, isso tudo compensa, o esforço, as caras quebradas e tudo o mais. Mas isso não quer dizer que num momento-down você não deva se permitir sofrer. De forma alguma!
Eu sou a favor da curtição. Curta os bons e maus momentos, aprenda a confiar, a se deixar levar, acredite. E se se machucar, aprenda que chorar porque tá doendo é a ordem natural das coisas, quando criança, você não chorava porque tinha caído de joelhos no asfalto? Então, é a mesma coisa, só o que muda é o motivo da dor, que por mais que nas horas ruins achemos que não valha a pena, deixa eu te contar um segredinho no ouvido? -vale sim-!
...porque eu sou feita de emoções momentâneas, sim sou, por mais que estes momentos durem [mas já que os tristes e estáticos duram tanto, podia durar bastante esse de agora ne?!]...
"Só por hoje eu não quero mais chorar
Só por hoje eu espero conseguir
Aceitar o que passou e o que virá
Só por hoje vou me lembrar que sou feliz
...
Só por hoje eu não quero mais chorar
Só por hoje eu não vou me destruir
Posso até ficar triste se eu quiser
É só por hoje; ao menos isso eu aprendi"
(Só por hoje_Legião Urbana)
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