domingo, 10 de dezembro de 2006
soprando o futuro como quem vê no passado um espelho pra aumentar a felicidade e o sucesso. que o final deste ciclo, que vai deixar e já vem deixando tanta saudade, represente na minha vida, e na de todos os amigos que passaram junto comigo por essa fase, o marco de grandes mudanças e muita, mas muita alegria mesmo.
quarta-feira, 29 de novembro de 2006
domingo, 19 de novembro de 2006
"Antes que uma alma recupere seu estado de paz,
Quanto deve ela amar, odiar!?
Quanto deve experimentar a esperança, o desespero,
a indignação, o arrependimento, a contrição, o desdém?!
- faça tudo mas esqueça
Mas deixe os Céus cuidarem disso, tudo de uma só vez quando surgirem
Não tocado, mas sim tomado; não desperto, mas inspirado!
Oh venha! Oh ensina-me a essência do auto-controle"
(Alexander Pope)
Quanto deve ela amar, odiar!?
Quanto deve experimentar a esperança, o desespero,
a indignação, o arrependimento, a contrição, o desdém?!
- faça tudo mas esqueça
Mas deixe os Céus cuidarem disso, tudo de uma só vez quando surgirem
Não tocado, mas sim tomado; não desperto, mas inspirado!
Oh venha! Oh ensina-me a essência do auto-controle"
(Alexander Pope)
sábado, 11 de novembro de 2006
terça-feira, 31 de outubro de 2006
"A Morte" por Pedro Bial.
> Assisti a algumas imagens do velório do Bussunda, quando os colegas
> do Casseta & Planeta deram seus depoimentos.
> Parecia que a qualquer instante iria estourar uma piada.
> Estava tudo sério demais, faltava a esculhambação, a zombaria, a
> desestruturação da cena.
> Mas nada acontecia ali de risível, era só dor e perplexidade, que é
> mesmo o que ela causa em todos os que ficam.
> A verdade é que não havia nada a acrescentar no roteiro: a morte,
> por si só, é uma piada pronta. Morrer é ridículo.
> Você combinou de jantar com a namorada,está em pleno tratamento
> dentário,tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um
> documento em cartório,colocar gasolina no carro e no meio da tarde morre.
> Como assim?
> E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela
> metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente?
> Não sei de onde tiraram esta idéia: morrer. A troco?
> Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio
> estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se
> manteve lá, fez as provas, foi em frente.
> Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu.
> Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem
> ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas
> quanto à profissão escolhida, mas era hora de decidir, então
> decidiu, e mais uma vez foi em frente...
> De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa
> artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou doseu tênis.
> Qual é? Morrer é um chiste.
> Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém,
> sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir
> outra vez sua música preferida.
> Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha
> úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão
> ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a
> apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira.
> Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu. Que
> pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce,
> caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a
> falar e talvez não conclua o que pretende dizer.
> Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte
> costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manhã.
> Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito.
> Isso é para ser levado a sério?
> Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo.
> Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a
> mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas.
> Ok, hora de descansar em paz.
> Mas antes de viver tudo, antes de viver até a rapa? Não se faz.
> Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas.
> Morrer é um exagero.
> E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas. Só que esta
> não tem graça.
> Por isso viva tudo que há para viver.
> Não se apegue as coisas pequenas e inúteis da Vida...
> Perdoe....sempre!!!
> Assisti a algumas imagens do velório do Bussunda, quando os colegas
> do Casseta & Planeta deram seus depoimentos.
> Parecia que a qualquer instante iria estourar uma piada.
> Estava tudo sério demais, faltava a esculhambação, a zombaria, a
> desestruturação da cena.
> Mas nada acontecia ali de risível, era só dor e perplexidade, que é
> mesmo o que ela causa em todos os que ficam.
> A verdade é que não havia nada a acrescentar no roteiro: a morte,
> por si só, é uma piada pronta. Morrer é ridículo.
> Você combinou de jantar com a namorada,está em pleno tratamento
> dentário,tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um
> documento em cartório,colocar gasolina no carro e no meio da tarde morre.
> Como assim?
> E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela
> metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente?
> Não sei de onde tiraram esta idéia: morrer. A troco?
> Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio
> estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se
> manteve lá, fez as provas, foi em frente.
> Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu.
> Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem
> ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas
> quanto à profissão escolhida, mas era hora de decidir, então
> decidiu, e mais uma vez foi em frente...
> De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa
> artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou doseu tênis.
> Qual é? Morrer é um chiste.
> Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém,
> sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir
> outra vez sua música preferida.
> Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha
> úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão
> ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a
> apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira.
> Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu. Que
> pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce,
> caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a
> falar e talvez não conclua o que pretende dizer.
> Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte
> costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manhã.
> Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito.
> Isso é para ser levado a sério?
> Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo.
> Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a
> mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas.
> Ok, hora de descansar em paz.
> Mas antes de viver tudo, antes de viver até a rapa? Não se faz.
> Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas.
> Morrer é um exagero.
> E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas. Só que esta
> não tem graça.
> Por isso viva tudo que há para viver.
> Não se apegue as coisas pequenas e inúteis da Vida...
> Perdoe....sempre!!!
domingo, 22 de outubro de 2006
CXVII
já é outubro de 2006, e com 18 anos aquela garota que há quase três anos atrás começava esse blog com a mair animação de todas, hoje já não tem tanta o ânimo, mas não que se desfazer do "cantinho" que tanto lhe ajudou nesse tempo.
o tempo passa e a gente não acredita que as coisas vão mudar né? tem sempre alguém que avisa, mas pra quem está de fora é sempre mais fácil enxergar.
e se nem pra ela é fácil assimilar o tempo, ela não pode exigir muita coisa de quem a rodeia, apesar de ser um absurdo e tudo o mais.
as lojas já vão se enfeitar pro natal, o ano já vai terminar e depois não tem mais pra onde ir ao acordar...ao menos não o mesmo lugar de sempre, nada de padrão, portões, supervisões e amigos todo dia...11 anos de uma rotina que vai mudar num estalo apenas, e é melhor correr pra ter um lugar pra ir de manhã.
acontece que a vida vai se mostrando mais próxima do que era distante e as pessoas se perdem por não saber lidar com isso.
o mundo gira meu bem, e isso não se pode evitar, ainda pelo menos. melhor mesmo é acordar todo dia tentando esquecer que a próxima mudança se aproxima.
o tempo passa e a gente não acredita que as coisas vão mudar né? tem sempre alguém que avisa, mas pra quem está de fora é sempre mais fácil enxergar.
e se nem pra ela é fácil assimilar o tempo, ela não pode exigir muita coisa de quem a rodeia, apesar de ser um absurdo e tudo o mais.
as lojas já vão se enfeitar pro natal, o ano já vai terminar e depois não tem mais pra onde ir ao acordar...ao menos não o mesmo lugar de sempre, nada de padrão, portões, supervisões e amigos todo dia...11 anos de uma rotina que vai mudar num estalo apenas, e é melhor correr pra ter um lugar pra ir de manhã.
acontece que a vida vai se mostrando mais próxima do que era distante e as pessoas se perdem por não saber lidar com isso.
o mundo gira meu bem, e isso não se pode evitar, ainda pelo menos. melhor mesmo é acordar todo dia tentando esquecer que a próxima mudança se aproxima.
segunda-feira, 25 de setembro de 2006
Da chegada do amor
Sempre quis um amor
que falasse
que soubesse o que sentisse.
Sempre quis uma amor que elaborasse
Que quando dormisse
ressonasse confiança
no sopro do sono
e trouxesse beijo
no clarão da amanhecice.
Sempre quis um amor
que coubesse no que me disse.
Sempre quis uma meninice
entre menino e senhor
uma cachorrice
onde tanto pudesse a sem-vergonhice
do macho
quanto a sabedoria do sabedor.
Sempre quis um amor cujo
BOM DIA!
morasse na eternidade de encadear os tempos:
passado presente futuro
coisa da mesma embocadura
sabor da mesma golada.
Sempre quis um amor de goleadas
cuja rede complexa
do pano de fundo dos seres
não assustasse.
Sempre quis um amor
que não se incomodasse
quando a poesia da cama me levasse.
Sempre quis uma amor
que não se chateasse
diante das diferenças.
Agora, diante da encomenda
metade de mim rasga afoita
o embrulho
e a outra metade é o
futuro de saber o segredo
que enrola o laço,
é observar
o desenho
do invólucro e compará-lo
com a calma da alma
o seu conteúdo.
Contudo
sempre quis um amor
que me coubesse futuro
e me alternasse em menina e adulto
que ora eu fosse o fácil, o sério
e ora um doce mistério
que ora eu fosse medo-asneira
e ora eu fosse brincadeira
ultra-sonografia do furor,
sempre quis um amor
que sem tensa-corrida-de ocorresse.
Sempre quis um amor
que acontecesse
sem esforço
sem medo da inspiração
por ele acabar.
Sempre quis um amor
de abafar,
(não o caso)
mas cuja demora de ocaso
estivesse imensamente
nas nossas mãos.
Sem senãos.
Sempre quis um amor
com definição de quero
sem o lero-lero da falsa sedução.
Eu sempre disse não
à constituição dos séculos
que diz que o "garantido" amor
é a sua negação.
Sempre quis um amor
que gozasse
e que pouco antes
de chegar a esse céu
se anunciasse.
Sempre quis um amor
que vivesse a felicidade
sem reclamar dela ou disso.
Sempre quis um amor não omisso
e que suas estórias me contasse.
Ah, eu sempre quis uma amor que amasse.
Poesia extraída do livro "Euteamo e suas estréias", de Elisa Lucinda.
...mais ou menos assim mesmo, é que se sonhou, e que se viu realizando.
mais ou menos assim, sem tirar nem pôr, com um retoque aqui e ali, se é que isso fosse possível...
Sempre quis um amor
que falasse
que soubesse o que sentisse.
Sempre quis uma amor que elaborasse
Que quando dormisse
ressonasse confiança
no sopro do sono
e trouxesse beijo
no clarão da amanhecice.
Sempre quis um amor
que coubesse no que me disse.
Sempre quis uma meninice
entre menino e senhor
uma cachorrice
onde tanto pudesse a sem-vergonhice
do macho
quanto a sabedoria do sabedor.
Sempre quis um amor cujo
BOM DIA!
morasse na eternidade de encadear os tempos:
passado presente futuro
coisa da mesma embocadura
sabor da mesma golada.
Sempre quis um amor de goleadas
cuja rede complexa
do pano de fundo dos seres
não assustasse.
Sempre quis um amor
que não se incomodasse
quando a poesia da cama me levasse.
Sempre quis uma amor
que não se chateasse
diante das diferenças.
Agora, diante da encomenda
metade de mim rasga afoita
o embrulho
e a outra metade é o
futuro de saber o segredo
que enrola o laço,
é observar
o desenho
do invólucro e compará-lo
com a calma da alma
o seu conteúdo.
Contudo
sempre quis um amor
que me coubesse futuro
e me alternasse em menina e adulto
que ora eu fosse o fácil, o sério
e ora um doce mistério
que ora eu fosse medo-asneira
e ora eu fosse brincadeira
ultra-sonografia do furor,
sempre quis um amor
que sem tensa-corrida-de ocorresse.
Sempre quis um amor
que acontecesse
sem esforço
sem medo da inspiração
por ele acabar.
Sempre quis um amor
de abafar,
(não o caso)
mas cuja demora de ocaso
estivesse imensamente
nas nossas mãos.
Sem senãos.
Sempre quis um amor
com definição de quero
sem o lero-lero da falsa sedução.
Eu sempre disse não
à constituição dos séculos
que diz que o "garantido" amor
é a sua negação.
Sempre quis um amor
que gozasse
e que pouco antes
de chegar a esse céu
se anunciasse.
Sempre quis um amor
que vivesse a felicidade
sem reclamar dela ou disso.
Sempre quis um amor não omisso
e que suas estórias me contasse.
Ah, eu sempre quis uma amor que amasse.
Poesia extraída do livro "Euteamo e suas estréias", de Elisa Lucinda.
...mais ou menos assim mesmo, é que se sonhou, e que se viu realizando.
mais ou menos assim, sem tirar nem pôr, com um retoque aqui e ali, se é que isso fosse possível...
terça-feira, 29 de agosto de 2006
Versinhos...
...da minha infância-adolescente.
"A vida é uma estrada longa a ser seguida por aqueles que nela se realizam, e nela se realizam aqueles que vivem com sabedoria"
"Verdade é música que entra pelo meu corpo e me faz estremecer. De alegria? De tristeza? De saudade! De você minha querida, que um dia foi verdade..."
"Eu pedi teu coração,
tu me destes ilusão,
me destes esperança
e depois me recusastes.
É assim, eu não vivo sem você
e você insiste em viver sem mim."
- Todos de minha sublime autoria, concebidos entres meus 11 e meus 13 anos.
"A vida é uma estrada longa a ser seguida por aqueles que nela se realizam, e nela se realizam aqueles que vivem com sabedoria"
"Verdade é música que entra pelo meu corpo e me faz estremecer. De alegria? De tristeza? De saudade! De você minha querida, que um dia foi verdade..."
"Eu pedi teu coração,
tu me destes ilusão,
me destes esperança
e depois me recusastes.
É assim, eu não vivo sem você
e você insiste em viver sem mim."
- Todos de minha sublime autoria, concebidos entres meus 11 e meus 13 anos.
segunda-feira, 28 de agosto de 2006
sexta-feira, 18 de agosto de 2006

Ai que saudades de assistir Felicity! Saudades de ter tempo pra pensar...pra escrever. Saudades de mais umas pequenas coisas aqui e ali, mas nada que faça querer viver outro tempo. Os dias passam tão devagar, os fins de semana se fazem de horas e o ano já está quase acabando. Os ombros estão cada vez mais pesados, o coração a cada dia mais certo, porém as vezes apreensivo. Passam-se dias de sol e dias de névoa, mas a essência vem permanecendo. Passam-se dias em que se consegue entender perfeitamente situações que você nunca pensou que passaria. Todos os dias, na hora de acordar, parece que o mundo mudou um pouquinho, quase sempre o nosso mundo. Pode ser que metade de tudo o que acontece hoje, seja momentâneo, mas pode ser que nunca mais volte a ser agradável como antes sair mais cedo e esperar o tempo correr; pode ser que com o tempo vá se esquecendo de como era bom, talvez seja essa possiblidade que faça querer fazer os dias correrem, os rascunhos sumirem e toda moda virar breguisse. Mas "tudo bem...até pode ser que os dragões sejam moinhos de vento".
sexta-feira, 21 de julho de 2006
Os dois lados da Copa do Mundo
O mundo está vivendo neste último mês, uma grande euforia vinda do esporte; e, no Brasil, não é diferente. É a Copa do Mundo que mexe com os países. Considerado um dos favoritos desde o início da competição, o Brasil se mobiliza nos jogos da seleção, interrompe suas atividades cotidianas e veste-se de verde e amarelo. Mas será que o país pára mesmo? Até que ponto o futebol influencia nossas vidas?
Bom, cada pessoa encara a Copa sob um diferente ponto de vista. Existem aqueles que a jogam para escanteio, conseguindo permanecer alheios a esse clima de disputa festiva que se alastra sobre o mundo, e outros que a tratam como um verdadeiro gol de placa, se deixando envolver pela torcida em massa, gritando para o mundo “Eu sou brasileiro com muito orgulho, com muito amor”. Pena que só lembramos dessa linda canção nesta época. Buscamos no grito de um gol a alegria e liberdade que se ausentam em dias comuns. Ainda que superficial, um gol traz consigo a descontração capaz de alegrar mentes e corpos cansados.
E nessa onda futebolística, embarcam também os comerciantes, que aproveitam da empolgação dos torcedores para marcarem presença com seus produtos, de todas as categorias, nas cores da bandeira. Dessa maneira, fica explícito que o que realmente importa são os lucros que uma Copa do mundo pode proporcionar. O mesmo acontece com nossos “talentosíssimos” jogadores, já que muitos deles pensam em sua auto-promoção e se esquecem que a camisa que vestem tem o peso de milhões de brasileiros que ainda acreditam no esporte futebol, e não na empresa futebol.
No decorrer dos anos, não nos damos conta de que somos brasileiros, infelizmente. Pois, a mesma sociedade que cobra, exige e nunca está satisfeita com os técnicos e jogadores da seleção, querendo sempre melhorar, é a mesma que deixa os nossos governantes fazerem o que bem entendem com o dinheiro que sai do nosso bolso com tanto sacrifício.
Além do ideal duvidoso da competição e apesar da alegria e euforia, devemos nos alertar para tudo que está envolvido por trás desse campeonato. Parar o mundo porque o Brasil vai jogar não está certo. E não nos enganemos achando que o país inteiro está parado, enquanto nos transformamos em torcedores eufóricos, nos esquecemos que é ano de eleição, que acabamos de sair de graves denúncias aos governantes e que os acusados estão se candidatando novamente. Os jornais reservam mínimas frações de seu tempo e espaço para as notícias políticas e econômicas, isso quando o fazem. Durante as últimas semanas vêm circulando pela internet notícias de que o Senado estaria discutindo o fim o décimo terceiro salário, ou seja, enquanto os olhos estão voltados para o outro lado do Atlântico, aqui, na nossa casa, podem estar nos passando para trás. Mesmo que essa notícia seja apenas um boato, e as tantas outras que viremos a discutir ou até descobrir após a Copa? Não, não se pode torcer cegamente assim. È preciso prestar mais atenção no passe do Luís Inácio do que no passe do Ronaldinho.
Como em tantos outros aspectos e tantas outras situações, nosso problema está no exagero, no velho jeitinho brasileiro de levar a vida. Se soubéssemos equilibrar a paixão pelo futebol, que é real e quase unânime no país, sem usar qualquer vitória como desculpa para os nossos desejos de festa, folgas e feriados; se não acreditássemos cegamente em uma instituição mais financeira do que esportiva, e soubéssemos diferenciar isso na hora de torcer, e na hora de jogar no caso dos atletas, seria tudo mais honrado.
A festa é boa? A festa é ótima! É emocionante assistir a uma partida de futebol? É vibrante, é contagiante! Mas, assim como não há pecado nenhum em torcer, também não há pecado em refletir.
[redação feita em grupo (eu mais três grandes amigas) para um trabalho de colégio, sobre redaçoes argumentativas. fora de época?! que nada! além do mais 2010 taí, e seria muito clichê postar esse texto há algumas semanas atrás]
O mundo está vivendo neste último mês, uma grande euforia vinda do esporte; e, no Brasil, não é diferente. É a Copa do Mundo que mexe com os países. Considerado um dos favoritos desde o início da competição, o Brasil se mobiliza nos jogos da seleção, interrompe suas atividades cotidianas e veste-se de verde e amarelo. Mas será que o país pára mesmo? Até que ponto o futebol influencia nossas vidas?
Bom, cada pessoa encara a Copa sob um diferente ponto de vista. Existem aqueles que a jogam para escanteio, conseguindo permanecer alheios a esse clima de disputa festiva que se alastra sobre o mundo, e outros que a tratam como um verdadeiro gol de placa, se deixando envolver pela torcida em massa, gritando para o mundo “Eu sou brasileiro com muito orgulho, com muito amor”. Pena que só lembramos dessa linda canção nesta época. Buscamos no grito de um gol a alegria e liberdade que se ausentam em dias comuns. Ainda que superficial, um gol traz consigo a descontração capaz de alegrar mentes e corpos cansados.
E nessa onda futebolística, embarcam também os comerciantes, que aproveitam da empolgação dos torcedores para marcarem presença com seus produtos, de todas as categorias, nas cores da bandeira. Dessa maneira, fica explícito que o que realmente importa são os lucros que uma Copa do mundo pode proporcionar. O mesmo acontece com nossos “talentosíssimos” jogadores, já que muitos deles pensam em sua auto-promoção e se esquecem que a camisa que vestem tem o peso de milhões de brasileiros que ainda acreditam no esporte futebol, e não na empresa futebol.
No decorrer dos anos, não nos damos conta de que somos brasileiros, infelizmente. Pois, a mesma sociedade que cobra, exige e nunca está satisfeita com os técnicos e jogadores da seleção, querendo sempre melhorar, é a mesma que deixa os nossos governantes fazerem o que bem entendem com o dinheiro que sai do nosso bolso com tanto sacrifício.
Além do ideal duvidoso da competição e apesar da alegria e euforia, devemos nos alertar para tudo que está envolvido por trás desse campeonato. Parar o mundo porque o Brasil vai jogar não está certo. E não nos enganemos achando que o país inteiro está parado, enquanto nos transformamos em torcedores eufóricos, nos esquecemos que é ano de eleição, que acabamos de sair de graves denúncias aos governantes e que os acusados estão se candidatando novamente. Os jornais reservam mínimas frações de seu tempo e espaço para as notícias políticas e econômicas, isso quando o fazem. Durante as últimas semanas vêm circulando pela internet notícias de que o Senado estaria discutindo o fim o décimo terceiro salário, ou seja, enquanto os olhos estão voltados para o outro lado do Atlântico, aqui, na nossa casa, podem estar nos passando para trás. Mesmo que essa notícia seja apenas um boato, e as tantas outras que viremos a discutir ou até descobrir após a Copa? Não, não se pode torcer cegamente assim. È preciso prestar mais atenção no passe do Luís Inácio do que no passe do Ronaldinho.
Como em tantos outros aspectos e tantas outras situações, nosso problema está no exagero, no velho jeitinho brasileiro de levar a vida. Se soubéssemos equilibrar a paixão pelo futebol, que é real e quase unânime no país, sem usar qualquer vitória como desculpa para os nossos desejos de festa, folgas e feriados; se não acreditássemos cegamente em uma instituição mais financeira do que esportiva, e soubéssemos diferenciar isso na hora de torcer, e na hora de jogar no caso dos atletas, seria tudo mais honrado.
A festa é boa? A festa é ótima! É emocionante assistir a uma partida de futebol? É vibrante, é contagiante! Mas, assim como não há pecado nenhum em torcer, também não há pecado em refletir.
[redação feita em grupo (eu mais três grandes amigas) para um trabalho de colégio, sobre redaçoes argumentativas. fora de época?! que nada! além do mais 2010 taí, e seria muito clichê postar esse texto há algumas semanas atrás]
segunda-feira, 17 de julho de 2006

It is a water crystal of the Amazon. The water of the Amazon protected in the jungle shined vigorously beautifully.
domingo, 4 de junho de 2006
não era o mesmo mundo. não, não era. o caminho parecia estranho aos olhos tão antigos, as pessoas não correspondiam àquilo que já se conhecia. o céu estava tão diferente...
...os vinte minutos, antes tão mal aproveitados, duraram por uma hora de pensamentos perdidos entre o tempo e o espaço de seus dias atribulados e cheios de qualquer coisa que não fosse interessante. a necessidade era tão grande, a necessidade de reaproximação com um sei-lá-o-que mais importante, um não-sei-o-que mais existente...
...ela achou estranho quem em pouco tempo tinha mudado tanto, a ponto de não se surpreender com o cachorro com fome da esquina. aquilo doeu. era preciso pensar, mais um pouco, e pensar de novo. mas a viagem acabou, a rua escura e o ventoi frio duraram pouco demais. e ela esqueceu daquele mundo que viveu por uns instantes.
...os vinte minutos, antes tão mal aproveitados, duraram por uma hora de pensamentos perdidos entre o tempo e o espaço de seus dias atribulados e cheios de qualquer coisa que não fosse interessante. a necessidade era tão grande, a necessidade de reaproximação com um sei-lá-o-que mais importante, um não-sei-o-que mais existente...
...ela achou estranho quem em pouco tempo tinha mudado tanto, a ponto de não se surpreender com o cachorro com fome da esquina. aquilo doeu. era preciso pensar, mais um pouco, e pensar de novo. mas a viagem acabou, a rua escura e o ventoi frio duraram pouco demais. e ela esqueceu daquele mundo que viveu por uns instantes.
segunda-feira, 15 de maio de 2006
a gente passa um tempo sem falar da vida, sem parar pra pensar na vida, e vê que por mais atoa que vc fique, cada dia vc tem menos tempo de pensar, pensar e pensar sobre tudo o que acontece ao seu redor. e chega um momento em você sente falta disso, de pensar nas coisas, de falar delas. as pessoas podem ser taaaaaoo parecidas umas com a soutras e as vezes taaaaaoo diferente, as vezes fica até difícil saber qual das duas coisas pesa mais, ou qual é a mais importante. definitivamente viver na mesmice não é legal, as diferenças são boas, a diversidade é benéfica, sim. mas é que tem hora que você olha pro espelho e pensa: é tudo tão diferente, será mesmo? e de repente, tudo muda de figura. um seguno atrás o mundo era azul, e a vida tava tranquila, no segundo seguinte tudo passou a ser escuso e duvidoso, todo mundo é suspeito de pensar aquilo que não se podeira dizer. todo mundo é suspeito de falar aquilo que não se publicaria. e passa a vir uma pontada de qualquer coisa a todo momento, uma pontade de coisa nennhuma, uma pontada de tudo aquilo que se baseia no se e no será. não adianta ninguém nunca aprende a nao dar idéias pra antecipação, ninguém nunca sabe aproveitar a vida sem se preocupar com coisinhas que talvez nao existam, ou sem relevar aquelas outras que podem causar estragos. é que o mundo gira tão rápiudo que é dificil acompanhar. por que será que as vezes parece que tem gente tramando contra a gente em algum lugar? por que será que as vezes parece que do dia pra noite tudo vai vira de ponta cabeça? falando de uma maneira geral, isso é um ciclo vicioso: vai e volta, sempre. talvez pra nos manter alerta. como diria victor hugo "...que você tenha inimigos. Nem muitos, nem poucos, Mas na medida exata para que, algumas vezes, Você se interpele a respeito De suas próprias certezas...". Também não sei dizer por quê, nem como, mas se a vida fosse feita de certezas perderia um pouco a graça.
"a cada mil lágrimas, um milagre"
[sem correções, sem releitura, sem motivos cabíveis, sem explicações plauzíveis]
"a cada mil lágrimas, um milagre"
[sem correções, sem releitura, sem motivos cabíveis, sem explicações plauzíveis]
quinta-feira, 20 de abril de 2006
A Lista
___________Oswaldo Montenegro
“Faça uma lista de grandes amigos.
Quem vc mais via há dez anos atrás?
Quantos vc ainda vê todo dia?
Quantos vc já não encontra mais?
Faça uma lista dos sonhos que tinha.
Quantos vc já desistiu de sonhar?
Quantos amores jurados pra sempre?
Quantos vc conseguiu preservar?
Onde vc ainda se reconhece:
Na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos vc jogou fora?
Quantos mistérios que vc sondava?
Quantos vc conseguiu entender?
Quantos segredos que vc guardava
Hoje são bobos, ninguém quer saber?
Quantas mentiras vc condenava?
Quantas vc teve que cometer?
Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você?
Quantas canções que vc não cantava
Hoje assobia pra sobreviver?
Quantas pessoas que vc amava
Hoje acredita que amam você?
Faça uma lista de grandes amigos.
Quem vc mais via há dez anos atrás?
Quantos você ainda vê todo dia?
Quantos você já não encontra mais?
Quantos segredos que vc guardava
Hoje são bobos, ninguém quer saber?
Quantas pessoas que vc amava,
Hoje acredita que amam você?”
Quem vc mais via há dez anos atrás?
Quantos vc ainda vê todo dia?
Quantos vc já não encontra mais?
Faça uma lista dos sonhos que tinha.
Quantos vc já desistiu de sonhar?
Quantos amores jurados pra sempre?
Quantos vc conseguiu preservar?
Onde vc ainda se reconhece:
Na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos vc jogou fora?
Quantos mistérios que vc sondava?
Quantos vc conseguiu entender?
Quantos segredos que vc guardava
Hoje são bobos, ninguém quer saber?
Quantas mentiras vc condenava?
Quantas vc teve que cometer?
Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você?
Quantas canções que vc não cantava
Hoje assobia pra sobreviver?
Quantas pessoas que vc amava
Hoje acredita que amam você?
Faça uma lista de grandes amigos.
Quem vc mais via há dez anos atrás?
Quantos você ainda vê todo dia?
Quantos você já não encontra mais?
Quantos segredos que vc guardava
Hoje são bobos, ninguém quer saber?
Quantas pessoas que vc amava,
Hoje acredita que amam você?”
segunda-feira, 17 de abril de 2006
> Se um cachorro fosse seu professor, você aprenderia coisas assim:
> Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.
> Nunca perca uma oportunidade de ir passear.
> Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.
> Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.
> Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.
> Corra, pule e brinque todos os dias.
> Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas tocarem você.
> Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.
> Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquido e
> deite-se sob a sombra de uma árvore.
> Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
> Não importa quantas vezes o outro magoe você, não se sinta
> culpado...volte e faça as pazes novamente.
> Aproveite o prazer de uma longa caminhada.
> Alimente-se com gosto e entusiasmo, mas coma só o suficiente.
> Seja leal.> Nunca pretenda ser o que você não é.
> E o MAIS importante de tudo...
> Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique
> por perto e mostre que você está ali para confortar.
> A amizade verdadeira não aceita imitações!!!
> Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.
> Nunca perca uma oportunidade de ir passear.
> Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.
> Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.
> Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.
> Corra, pule e brinque todos os dias.
> Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas tocarem você.
> Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.
> Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquido e
> deite-se sob a sombra de uma árvore.
> Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
> Não importa quantas vezes o outro magoe você, não se sinta
> culpado...volte e faça as pazes novamente.
> Aproveite o prazer de uma longa caminhada.
> Alimente-se com gosto e entusiasmo, mas coma só o suficiente.
> Seja leal.> Nunca pretenda ser o que você não é.
> E o MAIS importante de tudo...
> Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique
> por perto e mostre que você está ali para confortar.
> A amizade verdadeira não aceita imitações!!!
segunda-feira, 3 de abril de 2006
"Pela hora do meio-dia, com a maré, a Ilha Desconhecida fez-se enfim ao mar, à procura de si mesma"
é assim que todos somos, nascemos um dia para ir em busca de nós mesmos, e ao longo do tempo irmos descobrindo o que nos agrada, o que nos incomoda, o que nos alegra e o que nos entristece...mas que pena, mesmo depois de descobrirmos isso, nao conseguimos evitar as tristezas nem os incômodos, muitas vezes só descobrimos o que nos faz mal, depois de termos provado daquilo. já nascemos sabendo que a distância daqueles que queremos bem nos entristece, mas só temos certeza de que a desconfiança nos incomoda, após não confiarem em nós. a gente já nasce sabendo que sorriso de mãe é o melhor remédio, mas só descobre como é bom ter amigos após conhecer alguns bons e verdadeiros, mesmo que às vezes eles te irritem, te façam pagar micos enormes, vão contra suas idéias, ou até mesmo façam coisas que te magoe.
e nessa buscar por nós mesmos, a gente aprende a respirar fundo em alguns momentos, e a dar o sorriso mais aberto de todos em outros.
"Gostar é provavelmente a melhor maneira de ter, e ter deve ser a pior maniera de gostar"
gostar é o primeiro passo pra estar apto a ser merecedor de algo, alguém, alguma coisa...ao passo que possuir não necessariamente mostra capacidade de amar, na maioria das vezes quando se fala em ter, em posse, o sentimento é bem contrário ao amor.
"...é deste modo que o destino costuma comportar-se connosco, já está mesmo atrás de nós, já estendeu a mão para tocar-nos o ombro, e nós ainda vamos a murmurar..."
é deste modo que o destino atua sobre nós....enquanto estamos indo com a farinha, a broa ja está vindo cheirosa pela nossa frente...
para falar de destino, deve-se ter consciencia de que acreditar que ele existe não significa cruzar os braços e esperar que aconteça, mas é saber que nossos sonhos, nossas metas, serão alcançadas sim. sonharmos com algo, querermos alguma coisa, é o primeiro sinal de que aquilo pode ser nosso destino. é realmente difícil falar sobre destino, quando ele está tão bem definido em nossa mente, mas seus conceitos são tão contraditórios para explicar. podemos sempre cair em armadilhas. o que eu digo, e desde pequena tenho pra mim, é que cada um de nós nasce com um objetivo pra sua vida, objevito traçado que não elimina escolhas, livre arbítrio, etc, etc...mas acredito sinceramente, que tudo o que acontece na nossa vida, seja bom ou ruim, tem sua razão de ser, tem sua "moral da história", e que tudo aquilo que é pra acontecer, vai acontecer....e nós podemos interferir sim, claro, na maneira com que vai acontecer isso, no tempo que vai demorar, e na lição final, se vamos ter consciência dela ou não. mas talvez isso seja assunto pra outro post, exclusivo.
* frases tiradas do livro "O conto da ilha desconhecida" de José Saramago.
é assim que todos somos, nascemos um dia para ir em busca de nós mesmos, e ao longo do tempo irmos descobrindo o que nos agrada, o que nos incomoda, o que nos alegra e o que nos entristece...mas que pena, mesmo depois de descobrirmos isso, nao conseguimos evitar as tristezas nem os incômodos, muitas vezes só descobrimos o que nos faz mal, depois de termos provado daquilo. já nascemos sabendo que a distância daqueles que queremos bem nos entristece, mas só temos certeza de que a desconfiança nos incomoda, após não confiarem em nós. a gente já nasce sabendo que sorriso de mãe é o melhor remédio, mas só descobre como é bom ter amigos após conhecer alguns bons e verdadeiros, mesmo que às vezes eles te irritem, te façam pagar micos enormes, vão contra suas idéias, ou até mesmo façam coisas que te magoe.
e nessa buscar por nós mesmos, a gente aprende a respirar fundo em alguns momentos, e a dar o sorriso mais aberto de todos em outros.
"Gostar é provavelmente a melhor maneira de ter, e ter deve ser a pior maniera de gostar"
gostar é o primeiro passo pra estar apto a ser merecedor de algo, alguém, alguma coisa...ao passo que possuir não necessariamente mostra capacidade de amar, na maioria das vezes quando se fala em ter, em posse, o sentimento é bem contrário ao amor.
"...é deste modo que o destino costuma comportar-se connosco, já está mesmo atrás de nós, já estendeu a mão para tocar-nos o ombro, e nós ainda vamos a murmurar..."
é deste modo que o destino atua sobre nós....enquanto estamos indo com a farinha, a broa ja está vindo cheirosa pela nossa frente...
para falar de destino, deve-se ter consciencia de que acreditar que ele existe não significa cruzar os braços e esperar que aconteça, mas é saber que nossos sonhos, nossas metas, serão alcançadas sim. sonharmos com algo, querermos alguma coisa, é o primeiro sinal de que aquilo pode ser nosso destino. é realmente difícil falar sobre destino, quando ele está tão bem definido em nossa mente, mas seus conceitos são tão contraditórios para explicar. podemos sempre cair em armadilhas. o que eu digo, e desde pequena tenho pra mim, é que cada um de nós nasce com um objetivo pra sua vida, objevito traçado que não elimina escolhas, livre arbítrio, etc, etc...mas acredito sinceramente, que tudo o que acontece na nossa vida, seja bom ou ruim, tem sua razão de ser, tem sua "moral da história", e que tudo aquilo que é pra acontecer, vai acontecer....e nós podemos interferir sim, claro, na maneira com que vai acontecer isso, no tempo que vai demorar, e na lição final, se vamos ter consciência dela ou não. mas talvez isso seja assunto pra outro post, exclusivo.
* frases tiradas do livro "O conto da ilha desconhecida" de José Saramago.
segunda-feira, 6 de março de 2006
e na corrida do tempo, atrás do futuro, e contra todos os obstáculos, parece que o mundo conspira contra um pobre blog abandonado.
o tempo passa às vezes, sem que se possa notar, e as idéias mudam tão sutilmente, que só se percebe quando já são quase concretas. parece que o tempo vai mudando certos critérios, vai aperfeiçoando o senso de direção da gente. já não importa mais o quanto a luz seja intensa e a música contagiante, se o lugar não tem boa fama e tem tendência para falir, fica difícil querer diversão num lugar assim.
o mundo inteiro teme que os jovens não se desprendam de suas vontades adolescentes, ou de suas idéias, ou de algumas fases que insistem em demorar. as vezes até os próprios jovens têm medo disso, mas eles mesmo acabam percebendo que tudo se desfaz com o tempo. e mesmo que não se desfaça por completo, mesmo que ainda exista o gostinho bom em algumas idéias tortas daquelas do inicio, os valores mudam, os critérios também.
o que importa agora, são coisas muito mais "concretas" digamos assim.
mas não negue, dói um pouquinho lá no fundo, perceber que a tranquilidade antiga em fazer o que se tinha vontade, que a "inconsequência" em agir por impulso, que o "carpe diem", que já era utópico, se torna inexplicavelmente distante, são coisas que não muita parte mais do seu dia-a-dia.
Agora, o carpe diem vem cheio de esperanças em viver cada dia, construindo alguma coisa, e não apenas aproveitando certas coisas. Vem com o gosto do que é certo, e bom, e que dá gosto de viver, não apenas naquele dia, mas num longo período.
Que crescer que nada, sabe-se lá o que. [?]
Mas às vezes, seria bom voltar a ser criança.
o tempo passa às vezes, sem que se possa notar, e as idéias mudam tão sutilmente, que só se percebe quando já são quase concretas. parece que o tempo vai mudando certos critérios, vai aperfeiçoando o senso de direção da gente. já não importa mais o quanto a luz seja intensa e a música contagiante, se o lugar não tem boa fama e tem tendência para falir, fica difícil querer diversão num lugar assim.
o mundo inteiro teme que os jovens não se desprendam de suas vontades adolescentes, ou de suas idéias, ou de algumas fases que insistem em demorar. as vezes até os próprios jovens têm medo disso, mas eles mesmo acabam percebendo que tudo se desfaz com o tempo. e mesmo que não se desfaça por completo, mesmo que ainda exista o gostinho bom em algumas idéias tortas daquelas do inicio, os valores mudam, os critérios também.
o que importa agora, são coisas muito mais "concretas" digamos assim.
mas não negue, dói um pouquinho lá no fundo, perceber que a tranquilidade antiga em fazer o que se tinha vontade, que a "inconsequência" em agir por impulso, que o "carpe diem", que já era utópico, se torna inexplicavelmente distante, são coisas que não muita parte mais do seu dia-a-dia.
Agora, o carpe diem vem cheio de esperanças em viver cada dia, construindo alguma coisa, e não apenas aproveitando certas coisas. Vem com o gosto do que é certo, e bom, e que dá gosto de viver, não apenas naquele dia, mas num longo período.
Que crescer que nada, sabe-se lá o que. [?]
Mas às vezes, seria bom voltar a ser criança.
domingo, 5 de fevereiro de 2006
a menina de olhos castanhos-cor-de-mel-quase-verdes-ao-sol, dos olhos que brilham quase constantimente, pede mais um dia de ócio pra organizar a mente q se ausentou durante as férias. mais um diazinho. mas como ela nao tem, ta feito, que venha a velha rotina. cada vez mais certa de que está certa e que vive certo o tempo certo, cada vez mais certa que se tornou mais forte aos erros, quase imune aos desvios, apenas não livre das quedas. o ano, que dessa vez mudou a regra e já começou no 1º dia, vai começar. O ano vai começar, isso O ano, decisivo, novo, transitivo, definitivo, feliz...muito feliz...
e que em todos aqueles momentos inutilmente pertubantes de cada dia sirvam apenas para crescer a vontade de seguir em frente, que qualquer momento de falta de vontade, falta de sono, falta de fome, falta de amor, falta de estudo, falta de ânimo, falta em si possam ser bem resolvidos, e que todos os momentos de excesso de todas essas coisas possam ser bem administrados.
resoluções de ano novo? agora?
e daí?!
e que em todos aqueles momentos inutilmente pertubantes de cada dia sirvam apenas para crescer a vontade de seguir em frente, que qualquer momento de falta de vontade, falta de sono, falta de fome, falta de amor, falta de estudo, falta de ânimo, falta em si possam ser bem resolvidos, e que todos os momentos de excesso de todas essas coisas possam ser bem administrados.
resoluções de ano novo? agora?
e daí?!
domingo, 29 de janeiro de 2006
_____________________pequenas mudanças podem fazer enorme diferença. pequenas mudanças que fizeram uma grande diferença. pequenas mudanças que fazem pouca diferença. grandes mudanças que fazem significante difereça. grandes mudanças q causam substancial diferença. grandes mudanças que fizeram enorme diferença____________________
sexta-feira, 20 de janeiro de 2006
segunda-feira, 2 de janeiro de 2006
2006
And here i go again, talking about the things that i can't understand, just to make sure that my life isn't so steady, and to prove my idea that i'm made of moments! 'Cause next week, i'll come here to read this, and i'll think: "how could i be so stupid to worry about something like that? or even "how can i be so despaired about this?" os would I say: "well, was worse that i imagine". but i know that i'll be sure that this momenst was important, and this will be part of my life.
esse rascunho estava perdido aqui no blogger desde outubro, e eu nem sei mais o que estava me incomodando tanto. ah! lembrei, sei sim. coisas que realmente já passaram. e realmente foram importantes.
enfim...2006 chegou e as vezes eu me pergunto pra onde foi toda aquela fúria em escrever? o que aconteceu com todas aquelas idéias que me faziam escrever várias linhas tortas e escusas nesse blog? se sumiram? engano seu...continuo uma pessoa cheia de pensamentos, mas não sei porque, a necessidade de expor tudo isso se foi, ou se não, diminuiu consideravelmente. muito do que eu sei que me fazia escrever, realmente se foi. muito do que eu nao sabia que me fazia escrever deve ter ido também. e tudo que me faz ter vontade de falar e escrever agora, não me faz querer tantas metáforas e linhas obscuras pra falar. novos horizontes no quesito comunicação vêm sendo aperfeiçoadas...novidades difíceis na vida dessa que vos escreve, é preciso muito exercício interno!
pois que se for pro blog continuar assim, e eu continuar como estou, não quero os velhos motivos de escrever não. não quero voltar a sentir que preciso escrever, se não quiser explodir. não.
quero a vida tranquila de quem vê nos olhos um sonho, que já foi impossível, mas que se mostrou real como as dores antigas.
esse rascunho estava perdido aqui no blogger desde outubro, e eu nem sei mais o que estava me incomodando tanto. ah! lembrei, sei sim. coisas que realmente já passaram. e realmente foram importantes.
enfim...2006 chegou e as vezes eu me pergunto pra onde foi toda aquela fúria em escrever? o que aconteceu com todas aquelas idéias que me faziam escrever várias linhas tortas e escusas nesse blog? se sumiram? engano seu...continuo uma pessoa cheia de pensamentos, mas não sei porque, a necessidade de expor tudo isso se foi, ou se não, diminuiu consideravelmente. muito do que eu sei que me fazia escrever, realmente se foi. muito do que eu nao sabia que me fazia escrever deve ter ido também. e tudo que me faz ter vontade de falar e escrever agora, não me faz querer tantas metáforas e linhas obscuras pra falar. novos horizontes no quesito comunicação vêm sendo aperfeiçoadas...novidades difíceis na vida dessa que vos escreve, é preciso muito exercício interno!
pois que se for pro blog continuar assim, e eu continuar como estou, não quero os velhos motivos de escrever não. não quero voltar a sentir que preciso escrever, se não quiser explodir. não.
quero a vida tranquila de quem vê nos olhos um sonho, que já foi impossível, mas que se mostrou real como as dores antigas.
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