segunda-feira, 25 de junho de 2007



Velhos tempos. Bons, ruins, tristes, alegres, eufóricos, tranquilos ou incertos. Nunca serão apagados, não há quem consiga apagar; e nunca mais voltarão, não há quem (ou o quê) os faça voltar. Mas não desejo que voltem, nem mesmo os melhores. Já foram vividos o suficiente. E afinal, mesmo aqueles que não gosto, já carrego na memória!
Santa Memória!

domingo, 24 de junho de 2007

"Perdi vinte em vinte e nove amizades
Por conta de uma pedra em minhas mãos
Embriaguei morrendo vinte e nove vezes
Estou aprendendo a viver sem você
Já que você não me quer mais
passei vinte e nove meses num navio
E vinte e nove dias na prisão
E aos vinte e nove com o retorno de Saturno
Decidi começar a viver
Quando você deixou de me amar
Aprendi a perdoar e a pedir perdão
E vinte e nove anjos me saudaram
E tive vinte e nove amigos outra vez"
(Vinte e Nove - Legião Urbana)

Perdeu vinte em vinte e nove amizades, por conta de uma flecha que surgiu na tempestade. Se embriaga com sorrisos vinte e nove vezes, e a cada vez é um pouco menos que sobra daquilo tudo que sempre acharam tão importante. Estão aprendendo a viver sem, já que não os quer mais. Têm passado meses como se num navio, em uma viagem distante; dias e dias prisioneiros das ações coordenadas pela flecha. Mas nem que demorem vinte e nove anos, ao final, com o retorno de Saturno, tudo se esclarecerá e, apesar de já terem decidido começar a viver, ainda esperarão, no fundo. Não deixaram de amar, mas esperam que aprenda a pedir perdão, pois vão perdoar. E aí então...vinte e nove anjos saudarão e terá vinte e nove amigos outra vez.


(porque eles sempre me ajudaram)

quarta-feira, 6 de junho de 2007

"...Mas quando alguém precisa de um carinho meu
Não há nada que me prenda
Mas se eu sentir que um bicho me mordeu
Sou mais ardida que pimenta!..."